37 research outputs found

    PCR colorimetric dot-blot assay and clinical pretest probability for diagnosis of Pulmonary Tuberculosis in Smear-Negative patients

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    <p>Abstract</p> <p>Background</p> <p>Smear-negative pulmonary tuberculosis (SNPTB) accounts for 30% of Pulmonary Tuberculosis (PTB) cases reported annually in developing nations. Polymerase chain reaction (PCR) may provide an alternative for the rapid detection of <it>Mycobacterium tuberculosis </it>(MTB); however little data are available regarding the clinical utility of PCR in SNPTB, in a setting with a high burden of TB/HIV co-infection.</p> <p>Methods</p> <p>To evaluate the performance of the PCR dot-blot in parallel with pretest probability (Clinical Suspicion) in patients suspected of having SNPTB, a prospective study of 213 individuals with clinical and radiological suspicion of SNPTB was carried out from May 2003 to May 2004, in a TB/HIV reference hospital. Respiratory specialists estimated the pretest probability of active disease into high, intermediate, low categories. Expectorated sputum was examined by direct microscopy (Ziehl-Neelsen staining), culture (Lowenstein Jensen) and PCR dot-blot. Gold standard was based on culture positivity combined with the clinical definition of PTB.</p> <p>Results</p> <p>In smear-negative and HIV subjects, active PTB was diagnosed in 28.4% (43/151) and 42.2% (19/45), respectively. In the high, intermediate and low pretest probability categories active PTB was diagnosed in 67.4% (31/46), 24% (6/25), 7.5% (6/80), respectively. PCR had sensitivity of 65% (CI 95%: 50%–78%) and specificity of 83% (CI 95%: 75%–89%). There was no difference in the sensitivity of PCR in relation to HIV status. PCR sensitivity and specificity among non-previously TB treated and those treated in the past were, respectively: 69%, 43%, 85% and 80%. The high pretest probability, when used as a diagnostic test, had sensitivity of 72% (CI 95%:57%–84%) and specificity of 86% (CI 95%:78%–92%). Using the PCR dot-blot in parallel with high pretest probability as a diagnostic test, sensitivity, specificity, positive and negative predictive values were: 90%, 71%, 75%, and 88%, respectively. Among non-previously TB treated and HIV subjects, this approach had sensitivity, specificity, positive and negative predictive values of 91%, 79%, 81%, 90%, and 90%, 65%, 72%, 88%, respectively.</p> <p>Conclusion</p> <p>PCR dot-blot associated with a high clinical suspicion may provide an important contribution to the diagnosis of SNPTB mainly in patients that have not been previously treated attended at a TB/HIV reference hospital.</p

    Spirometric response to exercise challenge: Effect of training

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    O broncoespasmo induzido por exercício (BIE) é um achado freqüente em asmáticos e entre atletas de elite saudáveis, ocorrendo em cerca de 10 a 15% desses indivíduos. O papel do treinamento físico no controle de adolescentes com BIE é controverso. Os objetivos do estudo foram determinar a resposta espirométrica de asmáticos em remissão à broncoprovocação por exercício e o efeito do treinamento físico regular sobre a mesma. Foi realizado um estudo transversal incluindo voluntários do sexo masculino, com idade entre 12 e 18 anos, não asmáticos e asmáticos em remissão, treinados e não treinados. A presença de asma em remissão foi identificada através de um questionário para detecção de doenças respiratórias e o treinamento através do cálculo do consumo máximo de O2. Foram realizados avaliação clínica, espirometria pré-teste e teste de broncoprovocação por exercício em esteira ergométrica. O esforço na esteira foi aumentado gradativamente até ser atingido 75% da freqüência cardíaca máxima e mantido durante seis minutos. A espirometria foi repetida 3, 5, 10, 15, 20 e 30 minutos após concluído o esforço. Foram consideradas significativas quedas após o exercício de VEF1 > 15% e/ou FEF 25-75% > 25%. Completaram a avaliação 79 indivíduos, divididos em quatro subgrupos: asmáticos não treinados – ANT (n = 16), asmáticos treinados – AT (n= 9), não asmáticos treinados – NAT (n= 31) e não asmáticos não treinados – NANT (n=23). As características antropométricas e os valores obtidos na espirometria pré-teste foram semelhantes entre os subgrupos (p> 0,05). A prevalência de teste de broncoprovocação por exercício positivo foi de 17,7% se tomada a amostra como um todo e não houve diferença significativa entre os subgrupos (p= 0,319). Houve diferença estatisticamente significativa entre a queda máxima em percentual do VEF1 e do FEF 25-75% se comparados asmáticos e não asmáticos (p 0,05). The prevalence of a positive exercise challenge test in the whole sample was 17,7%;; there was no significant difference between the subgroups (p= 0,319). A statistically significant difference for the maximal fall in the FEV1 and in FEF 25-75% (both taken as percent of predicted values) was found when compared asthmatics to non-asthmatics (p< 0,001 and p= 0,042, respectively) but not between trained and untrained subgroups (p= 0,067 and p= 0,992). According to our sample and under the conditions of this study we may conclude that training did not alter the result of the exercise challenge test in asthmatics under remission

    Spirometric response to exercise challenge: Effect of training

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    O broncoespasmo induzido por exercício (BIE) é um achado freqüente em asmáticos e entre atletas de elite saudáveis, ocorrendo em cerca de 10 a 15% desses indivíduos. O papel do treinamento físico no controle de adolescentes com BIE é controverso. Os objetivos do estudo foram determinar a resposta espirométrica de asmáticos em remissão à broncoprovocação por exercício e o efeito do treinamento físico regular sobre a mesma. Foi realizado um estudo transversal incluindo voluntários do sexo masculino, com idade entre 12 e 18 anos, não asmáticos e asmáticos em remissão, treinados e não treinados. A presença de asma em remissão foi identificada através de um questionário para detecção de doenças respiratórias e o treinamento através do cálculo do consumo máximo de O2. Foram realizados avaliação clínica, espirometria pré-teste e teste de broncoprovocação por exercício em esteira ergométrica. O esforço na esteira foi aumentado gradativamente até ser atingido 75% da freqüência cardíaca máxima e mantido durante seis minutos. A espirometria foi repetida 3, 5, 10, 15, 20 e 30 minutos após concluído o esforço. Foram consideradas significativas quedas após o exercício de VEF1 > 15% e/ou FEF 25-75% > 25%. Completaram a avaliação 79 indivíduos, divididos em quatro subgrupos: asmáticos não treinados – ANT (n = 16), asmáticos treinados – AT (n= 9), não asmáticos treinados – NAT (n= 31) e não asmáticos não treinados – NANT (n=23). As características antropométricas e os valores obtidos na espirometria pré-teste foram semelhantes entre os subgrupos (p> 0,05). A prevalência de teste de broncoprovocação por exercício positivo foi de 17,7% se tomada a amostra como um todo e não houve diferença significativa entre os subgrupos (p= 0,319). Houve diferença estatisticamente significativa entre a queda máxima em percentual do VEF1 e do FEF 25-75% se comparados asmáticos e não asmáticos (p 0,05). The prevalence of a positive exercise challenge test in the whole sample was 17,7%;; there was no significant difference between the subgroups (p= 0,319). A statistically significant difference for the maximal fall in the FEV1 and in FEF 25-75% (both taken as percent of predicted values) was found when compared asthmatics to non-asthmatics (p< 0,001 and p= 0,042, respectively) but not between trained and untrained subgroups (p= 0,067 and p= 0,992). According to our sample and under the conditions of this study we may conclude that training did not alter the result of the exercise challenge test in asthmatics under remission
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