63 research outputs found
Fluoride rinse effect on retention of Caf2 formed on enamel/dentine by fluoride application
Calcium fluoride-like materials ("CaF2") formed on dental surfaces after professional fluoride application are unstable in the oral environment but can be retained longer with a daily NaF mouthrinse. We tested the effect of twice daily 0.05% NaF rinses on the retention of "CaF2" formed on enamel and dentine after applying acidulated phosphate fluoride (APF). "CaF2" formed on enamel/dentine by APF application significantly decreased after exposure to artificial saliva and the 0.05% NaF rinse was ineffective to avoid this reduction. These findings suggest that the combination of APF and 0.05% NaF is not clinically relevant, either for caries or dental hypersensitivity.Calcium fluoride-like materials ("CaF2") formed on dental surfaces after professional fluoride application are unstable in the oral environment but can be retained longer with a daily NaF mouthrinse. We tested the effect of twice daily 0.05% NaF rinses on the retention of "CaF2" formed on enamel and dentine after applying acidulated phosphate fluoride (APF). "CaF2" formed on enamel/dentine by APF application significantly decreased after exposure to artificial saliva and the 0.05% NaF rinse was ineffective to avoid this reduction. These findings suggest that the combination of APF and 0.05% NaF is not clinically relevant, either for caries or dental hypersensitivity3011
Distribution of hepatitis B virus subgenotype F2a in São Paulo, Brazil
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Background\ud
HBV genotype F is primarily found in indigenous populations from South America and is classified in four subgenotypes (F1 to F4). Subgenotype F2a is the most common in Brazil among genotype F cases. The aim of this study was to characterize HBV genotype F2a circulating in 16 patients from São Paulo, Brazil. Samples were collected between 2006 and 2012 and sent to Hospital Israelita Albert Einstein. A fragment of 1306 bp partially comprising HBsAg and DNA polymerase coding regions was amplified and sequenced. Viral sequences were genotyped by phylogenetic analysis using reference sequences from GenBank (n=198), including 80 classified as subgenotype F2a. Bayesian Markov chain Monte Carlo simulation implemented in BEAST v.1.5.4 was applied to obtain the best possible estimates using the model of nucleotide substitutions GTR+G+I.\ud
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Findings\ud
It were identified three groups of sequences of subgenotype F2a: 1) 10 sequences from São Paulo state; 2) 3 sequences from Rio de Janeiro and one from São Paulo states; 3) 8 sequences from the West Amazon Basin.\ud
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Conclusions\ud
These results showing for the first time the distribution of F2a subgenotype in Brazil. The spreading and the dynamic of subgenotype F2a in Brazil requires the study of a higher number of samples from different regions as it is unfold in almost all Brazilian populations studied so far. We cannot infer with certainty the origin of these different groups due to the lack of available sequences. Nevertheless, our data suggest that the common origin of these groups probably occurred a long time ago.This work has been supported by CNPq and by Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP 2011/50562-0 and 2008/50461-6, HCFMUSP, FFM, Alves de Queiroz Family Fund for Research and IIRS-SBIBAE. These supported institutions provided the found to development the DNA amplification, sequencing and phylogenetic analysis
PERFIL DEMOGRÁFICO, CLÍNICO E LABORATORIAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES HOSPITALIZADOS COM MENINGITE ASSÉPTICA EM MATO GROSSO, 2014-2023
Introdução: A meningite asséptica é uma inflamação das meninges, caracterizada pelo aumento do número de células no líquido cefalorraquidiano (≥ 5 células/mm³) sem relação com um processo infeccioso subjacente. A etiologia viral corresponde a maioria dos casos, sendo os enterovírus o agente etiológico mais identificado. Objetivo Descrever as características demográficas, clínicas e laboratoriais de crianças e adolescentes hospitalizados por meningite asséptica em Mato Grosso, no período de 2014 a 2023. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, baseado em dados secundários do DwWeb/SES-MT, que descreveu as características demográficas, clínicas e laboratoriais de crianças e adolescentes hospitalizados com meningite asséptica em Mato Grosso entre 2014 e 2023. As variáveis de interesse incluíram: ano de notificação, classificação da meningite, sexo, faixa etária, zona de residência, contato com casos suspeitos ou confirmados de meningite, sinais e sintomas (abaulamento de fontanela, cefaleia, coma, convulsões, febre, sinais de Kernig e Brudzinski, rigidez de nuca, vômitos), critério de confirmação, aspecto do líquor e evolução do caso. Resultados: No período avaliado, 231 crianças e adolescentes foram hospitalizados por meningite asséptica em Mato Grosso. O maior número de internações ocorreu em 2014, com uma redução acentuada a partir de 2020. A maioria dos casos foi confirmada por quimiocitologia do líquor (86,6%), com predomínio de líquor límpido (74,9%) ou turvo (16,4%). As crianças representaram (80,5%) dos casos, com uma proporção de hospitalizações maior entre meninos (58,9%) do que meninas (41,1%). A maioria dos pacientes residia em áreas urbanas (88,3%) e (64%) dos casos não apresentaram contato conhecido com suspeitos ou confirmados de meningite. Os sintomas mais prevalentes foram febre (88,7%), cefaleia (69,2%) e vômito (77,5%). A taxa de alta hospitalar foi significativa (93,9%), enquanto a taxa de mortalidade foi baixa (2,6%). Conclusão: Os dados sugerem uma tendência decrescente de casos de meningite asséptica em Mato Grosso, com um bom prognóstico para a maioria dos pacientes. No entanto, a alta prevalência entre crianças e a predominância de sintomas como febre, cefaleia e vômitos destacam a necessidade de vigilância contínua, diagnóstico precoce e tratamento eficaz. A análise contínua dos padrões epidemiológicos é essencial para melhorar os resultados e reduzir a incidência de meningite asséptica
CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E CLÍNICAS DOS IDOSOS HOSPITALIZADOS POR COVID-19 EM MATO GRASSO, 2020-2022
Introdução: É sabido que a idade ≥ 60 anos, tabagismo e comorbidades crônicas são condições e fatores de risco que tendem a levar a complicações. Características fisiológicas da idade favorecem diferentes intensidades dos sintomas clínicos da COVID-19, os quais, juntamente com a fragilidade da pessoa idosa, aumentam o risco de complicações e óbitos pela doença. Há escassez de informações regionais sobre a evolução da COVID-19 entre os idosos. Por essa razão, é importante descrever as características evolutivas da doença nesse grupo, como forma de aprimorar o conhecimento e orientar a prática clínica da COVID-19 na pessoa idosa. Objetivo: Analisar as características demográficas e clínicas de idosos hospitalizados por SARS-CoV-2 no estado do Mato Grosso, Brasil, no período compreendido entre 2020 e 2022. Métodos: Este é um estudo descritivo transversal de características demográficas e clínicas de idosos com COVID-19 que foram admitidos em unidades hospitalares dos diferentes municípios mato-grossenses no período de 2020 a 2022. Os dados foram obtidos do Painel COVID-MT. As variáveis de interesse foram: categoria da unidade hospitalar; sexo; idade; cor da pele; região de residência; ocupação; confirmação da infecção por SARS-CoV2; comorbidades; saturação de oxigênio à admissão; desfecho. Resultado: No período de 2020-2022, 71.468 indivíduos com COVID-19 necessitaram hospitalização no estado de Mato Grosso, dos quais 28.392 (39,7%) eram idosos. As unidades hospitalares públicas foram as mais utilizadas (64,4%), com predomínio do sexo masculino (56,1%), na faixa etária de 60-75 anos (idade média±desvio-padrão de 71,9± 8,6 anos), de cor parda (61,1%) e residentes no interior do estado (63,3%). Teste confirmatório da COVID-19 pela pesquisa de antígenos foi realizado em 69,6% dos pacientes e a confirmação de infecção por SARS-CoV-2 ocorreu em 82,3%. Comorbidades corresponderam a 75,6% e a baixa saturação de oxigênio (93%-95%) à admissão foi registrada 47,8% dos pacientes. Embora 18,7% dos pacientes tenham sido transferidos para outra unidade hospitalar (sem informação sobre o desfecho), alta/cura foi observada para 51,8% daqueles pacientes que permaneceram na unidade de admissão. Considerando o total de idosos admitidos, o óbito foi registrado para 29,3% dos idosos, incluindo morte por outras causas que não a COVID-19. Considerando apenas os idosos com desfecho conhecido, a taxa de letalidade por COVID-19 FOI DE 36,1%. Conclusão: Foi alta a proporção de hospitalizações por COVID-19 em Mato Grosso no período da pandemia, com expressiva taxa de letalidade por COVID-19. Entre os idosos hospitalizados, chamou a atenção a alta proporção de homens, da cor parda, morando no interior do estado e convivendo com alguma comorbidade
Detection of Hepatitis B virus subgenotype A1 in a Quilombo community from Maranhão, Brazil
Abstract\ud
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Background\ud
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The Brazilian population is mainly descendant from European colonizers, Africans and Native Americans. Some Afro-descendants lived in small isolated communities since the slavery period. The epidemiological status of HBV infection in Quilombos communities from northeast of Brazil remains unknown. The aim of this study was to characterize the HBV genotypes circulating inside a Quilombo isolated community from Maranhão State, Brazil.\ud
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Methods\ud
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Seventy-two samples from Frechal Quilombo community at Maranhão were collected. All serum samples were screened by enzyme-linked immunosorbent assays for the presence of hepatitis B surface antigen (HBsAg). HBsAg positive samples were submitted to DNA extraction and a fragment of 1306 bp partially comprising HBsAg and polymerase coding regions (S/POL) was amplified by nested PCR and its nucleotide sequence was determined. Viral isolates were genotyped by phylogenetic analysis using reference sequences from each genotype obtained from GenBank (n = 320). Sequences were aligned using Muscle software and edited in the SE-AL software. Bayesian phylogenetic analyses were conducted using Markov Chain Monte Carlo (MCMC) method to obtain the MCC tree using BEAST v.1.5.3.\ud
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Results\ud
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Of the 72 individuals, 9 (12.5%) were HBsAg-positive and 4 of them were successfully sequenced for the 1306 bp fragment. All these samples were genotype A1 and grouped together with other sequences reported from Brazil.\ud
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Conclusions\ud
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The present study represents the first report on the HBV genotypes characterization of this community in the Maranhão state in Brazil where a high HBsAg frequency was found. In this study, we reported a high frequency of HBV infection and the exclusive presence of subgenotype A1 in an Afro-descendent community in the Maranhão State, Brazil.We are deeply indebted to Maria Claudia Nascimento and Laura Sumita for provide the samples for this study. This work has been supported by Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP 2007/53457-7 and 2008/50461-6 and CNPq
Distribution of hepatitis B virus subgenotype F2a in São Paulo, Brazil
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Background\ud
HBV genotype F is primarily found in indigenous populations from South America and is classified in four subgenotypes (F1 to F4). Subgenotype F2a is the most common in Brazil among genotype F cases. The aim of this study was to characterize HBV genotype F2a circulating in 16 patients from São Paulo, Brazil. Samples were collected between 2006 and 2012 and sent to Hospital Israelita Albert Einstein. A fragment of 1306 bp partially comprising HBsAg and DNA polymerase coding regions was amplified and sequenced. Viral sequences were genotyped by phylogenetic analysis using reference sequences from GenBank (n=198), including 80 classified as subgenotype F2a. Bayesian Markov chain Monte Carlo simulation implemented in BEAST v.1.5.4 was applied to obtain the best possible estimates using the model of nucleotide substitutions GTR+G+I.\ud
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Findings\ud
It were identified three groups of sequences of subgenotype F2a: 1) 10 sequences from São Paulo state; 2) 3 sequences from Rio de Janeiro and one from São Paulo states; 3) 8 sequences from the West Amazon Basin.\ud
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Conclusions\ud
These results showing for the first time the distribution of F2a subgenotype in Brazil. The spreading and the dynamic of subgenotype F2a in Brazil requires the study of a higher number of samples from different regions as it is unfold in almost all Brazilian populations studied so far. We cannot infer with certainty the origin of these different groups due to the lack of available sequences. Nevertheless, our data suggest that the common origin of these groups probably occurred a long time ago.This work has been supported by CNPq and by Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP 2011/50562-0 and 2008/50461-6, HCFMUSP, FFM, Alves de Queiroz Family Fund for Research and IIRS-SBIBAE. These supported institutions provided the found to development the DNA amplification, sequencing and phylogenetic analysis
Pré-eclâmpsia - uma revisão abrangente sobre a etiologia, epidemiologia, fatores de risco, placenta anormal, síndrome materna, diagnóstico e classificação, tratamento, prognóstico e prevenção
A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez caracterizada pelo desenvolvimento de hipertensão arterial e disfunção de órgãos em mulheres anteriormente normotensas. Sua prevalência varia de acordo com fatores de risco conhecidos que incluem histórico de pré-eclâmpsia prévia, doença renal crônica, hipertensão crônica, obesidade e gravidez múltipla. Quanto à etiologia, ainda não é completamente compreendida, mas acredita-se que fatores genéticos, imunológicos e vasculares desempenhem um papel importante. A placenta desempenha um papel crucial no desenvolvimento da pré-eclâmpsia. Anormalidades na invasão trofoblástica e na remodelação vascular resultam em uma placenta com deficiência de oxigênio e nutrientes, levando à liberação de substâncias vasoativas e pró-inflamatórias na circulação materna. Além disso, a síndrome materna associada à pré-eclâmpsia envolve manifestações clínicas como hipertensão arterial, proteinúria, distúrbios hematológicos, disfunção hepática, lesão renal e alterações cerebrovasculares. O diagnóstico é baseado na presença de hipertensão gestacional após 20 semanas de gestação combinada com proteinúria ou evidências de disfunção de órgãos. Já a abordagem terapêutica é multidisciplinar, para casos leves, repouso no leito, restrição de sal e aumento da ingestão de líquidos podem ser recomendados. No entanto, em casos graves, pode ser necessário o uso de medicamentos anti-hipertensivos, como sulfato de magnésio, para prevenir convulsões e reduzir o risco de complicações maternas e fetais. Ainda, o prognóstico da pré-eclâmpsia varia dependendo da gravidade da condição e do momento do parto. Complicações graves podem surgir, como eclâmpsia, insuficiência renal, hemorragia cerebral e restrição do crescimento fetal. Por fim, para prevenção da pré-eclâmpsia medidas como o uso de aspirina de baixa dose em gestantes de alto risco e intervenções precoces em mulheres com histórico de pré-eclâmpsia podem reduzir o risco e melhorar os resultados. A compreensão dos fatores de risco, mecanismos subjacentes, diagnóstico precoce e opções de tratamento são cruciais para melhorar os resultados maternos e fetais
Frequency and genotypic distribution of GB virus C (GBV-C) among Colombian population with Hepatitis B (HBV) or Hepatitis C (HCV) infection
<p>Abstract</p> <p>Background</p> <p>GB virus C (GBV-C) is an enveloped positive-sense ssRNA virus belonging to the <it>Flaviviridae </it>family. Studies on the genetic variability of the GBV-C reveals the existence of six genotypes: genotype 1 predominates in West Africa, genotype 2 in Europe and America, genotype 3 in Asia, genotype 4 in Southwest Asia, genotype 5 in South Africa and genotype 6 in Indonesia. The aim of this study was to determine the frequency and genotypic distribution of GBV-C in the Colombian population.</p> <p>Methods</p> <p>Two groups were analyzed: i) 408 Colombian blood donors infected with HCV (n = 250) and HBV (n = 158) from Bogotá and ii) 99 indigenous people with HBV infection from Leticia, Amazonas. A fragment of 344 bp from the 5' untranslated region (5' UTR) was amplified by nested RT PCR. Viral sequences were genotyped by phylogenetic analysis using reference sequences from each genotype obtained from GenBank (n = 160). Bayesian phylogenetic analyses were conducted using Markov chain Monte Carlo (MCMC) approach to obtain the MCC tree using BEAST v.1.5.3.</p> <p>Results</p> <p>Among blood donors, from 158 HBsAg positive samples, eight 5.06% (n = 8) were positive for GBV-C and from 250 anti-HCV positive samples, 3.2%(n = 8) were positive for GBV-C. Also, 7.7% (n = 7) GBV-C positive samples were found among indigenous people from Leticia. A phylogenetic analysis revealed the presence of the following GBV-C genotypes among blood donors: 2a (41.6%), 1 (33.3%), 3 (16.6%) and 2b (8.3%). All genotype 1 sequences were found in co-infection with HBV and 4/5 sequences genotype 2a were found in co-infection with HCV. All sequences from indigenous people from Leticia were classified as genotype 3. The presence of GBV-C infection was not correlated with the sex (p = 0.43), age (p = 0.38) or origin (p = 0.17).</p> <p>Conclusions</p> <p>It was found a high frequency of GBV-C genotype 1 and 2 in blood donors. The presence of genotype 3 in indigenous population was previously reported from Santa Marta region in Colombia and in native people from Venezuela and Bolivia. This fact may be correlated to the ancient movements of Asian people to South America a long time ago.</p
Genomic epidemiology unveils the dynamics and spatial corridor behind the Yellow Fever virus outbreak in Southern Brazil
Despite the considerable morbidity and mortality of yellow fever virus (YFV) infections in Brazil, our understanding of disease outbreaks is hampered by limited viral genomic data. Here, through a combination of phylogenetic and epidemiological models, we reconstructed the recent transmission history of YFV within different epidemic seasons in Brazil. A suitability index based on the highly domesticated Aedes aegypti was able to capture the seasonality of reported human infections. Spatial modeling revealed spatial hotspots with both past reporting and low vaccination coverage, which coincided with many of the largest urban centers in the Southeast. Phylodynamic analysis unraveled the circulation of three distinct lineages and provided proof of the directionality of a known spatial corridor that connects the endemic North with the extra-Amazonian basin. This study illustrates that genomics linked with eco-epidemiology can provide new insights into the landscape of YFV transmission, augmenting traditional approaches to infectious disease surveillance and control
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