180 research outputs found

    Alfafa em pastejo como parte da dieta de vacas leiteiras de alta produção.

    Get PDF
    O objetivo foi avaliar o efeito da alfafa sob pastejo como parte da dieta de vacas leiteiras, associada à silagem de milho e concentrado, sobre a produção de leite por animal e por hectare. Foram utilizadas 24 vacas da raça Holandesa distribuídas em delineamento em blocos ao acaso em três tratamentos (A, B e C). No tratamento A (testemunha) os animais foram alimentados com silagem de milho e concentrado. Nos tratamentos B e C, além da silagem de milho e concentrado, os animais pastejaram a alfafa. O pastejo foi rotacionado e a quantidade de concentrado foi de 9,8; 9,8 e 7,0 kg de matéria seca/vaca/dia para os tratamentos A, B e C, respectivamente. A disponibilidade de forragem foi de 1537,2 e 1437,0 kg de MS/ha e a oferta, de 6,3 e 10,7 kg MS/vaca/dia, nos tratamentos B e C, respectivamente. A alfafa tinha em média 27,3% de PB, 32,6% de FDN e 67,2% de DIVMS. As médias de produção foram de 29,7 ± 0,61; 31,1 ± 0,55 e 29,9 ± 0,64 l/vaca/dia nos tratamentos A, B e C, respectivamente, e não houve diferença entre os tratamentos ( P>0,05). Os tratamentos com pastejo em alfafa mais silagem de milho apresentaram maior potencial de produção de leite por hectare (92,3 e 70,8 Ilha/dia), quando comparado com o tratamento com silagem de milho como único volumoso (59,4 Ilha/dia)

    Utilização da alfafa em pastejo como parte da dieta de vacas leiteiras.

    Get PDF
    O objetivo foi avaliar o efeito da alfafa sob pastejo restrito ou à vontade como parte da dieta, associada à silagem de milho e concentrado, sobre a produção de leite por animal e por hectare. Foram utilizadas 24 vacas da raça Holandesa, em estágio médio da lactação, distribuídas em delineamento em blocos ao acaso em três sistemas de alimentação (A, B e C). No tratamento testemunha (A) os animais foram alimentados com silagem de milho e concentrado. Nos outros dois tratamentos, a silagem de milho foi substituída parcialmente pelo pastejo em alfafa durante três horas/dia (tratamento B) ou à vontade (tratamento C). O pastejo foi rotacionado e a quantidade de concentrado igual (5,0 kg/vaca/dia) em todos os tratamentos. A disponibilidade de forragem foi de 2.513,4 e 2.124,9 kg de MS/ha e a oferta, de 11,3 e 30,8 kg MS/vaca/dia, nos tratamentos B e C, respectivamente. A alfafa tinha em média 23% de PB, 36,2% de FDN e 70,0% de DIVMS. Não houve diferença significativa (P>0,05) na produção de leite/vaca/dia entre os tratamentos. As médias de produção (litros/vaca/dia) foram de 25,9 . 0,50; 25,8 . 0,49 e 25,2 . 0,49 nos tratamentos A, B e C, respectivamente. Os tratamentos com pastejo em alfafa mais silagem de milho apresentaram maior potencial de produção de leite por hectare (64,5 e 68,7 L/ha/dia), quando comparado com o tratamento com silagem de milho como único volumoso (51,8 L/ha/dia)

    Utilização da alfafa em pastejo como parte da dieta de vacas leiteiras.

    Get PDF
    O objetivo foi avaliar o efeito da alfafa sob pastejo restrito ou à vontade como parte da dieta, associada à silagem de milho e concentrado, sobre a produção de leite por animal e por hectare. Foram utilizadas 24 vacas da raça Holandesa, em estágio médio da lactação, distribuídas em delineamento em blocos ao acaso em três sistemas de alimentação (A, B e C). No tratamento testemunha (A) os animais foram alimentados com silagem de milho e concentrado. Nos outros dois tratamentos, a silagem de milho foi substituída parcialmente pelo pastejo em alfafa durante três horas/dia (tratamento B) ou à vontade (tratamento C). O pastejo foi rotacionado e a quantidade de concentrado igual (5,0 kg/vaca/dia) em todos os tratamentos. A disponibilidade de forragem foi de 2.513,4 e 2.124,9 kg de MS/ha e a oferta, de 11,3 e 30,8 kg MS/vaca/dia, nos tratamentos B e C, respectivamente. A alfafa tinha em média 23% de PB, 36,2% de FDN e 70,0% de DIVMS. Não houve diferença significativa (P>0,05) na produção de leite/vaca/dia entre os tratamentos. As médias de produção (litros/vaca/dia) foram de 25,9 . 0,50; 25,8 . 0,49 e 25,2 . 0,49 nos tratamentos A, B e C, respectivamente. Os tratamentos com pastejo em alfafa mais silagem de milho apresentaram maior potencial de produção de leite por hectare (64,5 e 68,7 L/ha/dia), quando comparado com o tratamento com silagem de milho como único volumoso (51,8 L/ha/dia).200

    Regulation of immunity during visceral Leishmania infection

    Get PDF
    Unicellular eukaryotes of the genus Leishmania are collectively responsible for a heterogeneous group of diseases known as leishmaniasis. The visceral form of leishmaniasis, caused by L. donovani or L. infantum, is a devastating condition, claiming 20,000 to 40,000 lives annually, with particular incidence in some of the poorest regions of the world. Immunity to Leishmania depends on the development of protective type I immune responses capable of activating infected phagocytes to kill intracellular amastigotes. However, despite the induction of protective responses, disease progresses due to a multitude of factors that impede an optimal response. These include the action of suppressive cytokines, exhaustion of specific T cells, loss of lymphoid tissue architecture and a defective humoral response. We will review how these responses are orchestrated during the course of infection, including both early and chronic stages, focusing on the spleen and the liver, which are the main target organs of visceral Leishmania in the host. A comprehensive understanding of the immune events that occur during visceral Leishmania infection is crucial for the implementation of immunotherapeutic approaches that complement the current anti-Leishmania chemotherapy and the development of effective vaccines to prevent disease.The research leading to these results has received funding from the European Community’s Seventh Framework Programme under grant agreement No.602773 (Project KINDRED). VR is supported by a post-doctoral fellowship granted by the KINDReD consortium. RS thanks the Foundation for Science and Technology (FCT) for an Investigator Grant (IF/00021/2014). This work was supported by grants to JE from ANR (LEISH-APO, France), Partenariat Hubert Curien (PHC) (program Volubilis, MA/11/262). JE acknowledges the support of the Canada Research Chair Program

    Neuronal damage and memory deficits after seizures are reversed by ascorbic acid?

    Full text link
    The objective of the present study was to evaluate the neuroprotective effects of ascorbic acid (AA) in rats, against the neuronal damage and memory deficit caused by seizures. Wistar rats were treated with 0.9% saline (i.p., control group), ascorbic acid (500 mg/kg, i.p., AA group), pilocarpine (400 mg/kg, i.p., pilocarpine group), and the association of ascorbic acid (500 mg/kg, i.p.) plus pilocarpine (400 mg/kg, i.p.), 30 min before of administration of ascorbic acid (AA plus pilocarpine group). After the treatments all groups were observed for 24 h. Pilocarpine group presented seizures which progressed to status epilepticus in 75% of the animals. Pretreatment with AA led to a reduction of 50% of this rate. Results showed that pretreatment with AA did not alter reference memory when compared to a control group. In the working memory task, we observed a significant day's effect with important differences between control, pilocarpine and AA plus pilocarpine groups. Pilocarpine and AA plus pilocarpine groups had 81 and 16% of animals with brain injury, respectively. In the hippocampus of pilocarpine animals, it was detected an injury of 60%. As for the animals tested with AA plus pilocarpine, the hippocampal region of the group had a reduction of 43% in hippocampal lesion. Our findings suggest that seizures caused cognitive dysfunction and neuronal damage that might be related, at least in part, to the neurological problems presented by epileptic patients. AA can reverse cognitive dysfunction observed in rats with seizures as well as decrease neuronal injury in rat hippocampus.O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito neuroprotetor do ácido ascórbico (AA), contra o dano neuronal e o déficit de memória em ratos causados pelas convulsões. Ratos Wistar foram tratados com solução salina a 0,9% (i.p., grupo controle), ácido ascórbico (500 mg/kg, i.p., grupo AA), pilocarpina (400 mg/kg, i.p., grupo pilocarpina), e a associação de ácido ascórbico (500 mg/kg, i.p.) com pilocarpina (400 mg/kg, i.p.), 30 min após a administração de ácido ascórbico (AA + pilocarpina grupo). Após os tratamentos todos os grupos foram observados durante 24 h. O grupo pilocarpina apresentou crises convulsivas que evoluíram para o estado de mal epiléptico em 75% dos animais. O pré-tratamento com AA produz uma redução de 50% nesta taxa. Os resultados mostraram que o pré-tratamento com AA não alterou a memória em relação ao controle. No teste de memória, observou-se um efeito significativo nos dias avaliados entre os grupos controle, pilocarpina e AA + pilocarpina. 81 e 16% dos animais dos grupos AA + pilocarpina e pilocarpina apresentaram danos cerebrais, respectivamente. No hipocampo dos animais do grupo pilocarpina, que foi detectada uma lesão de hipocampal de 60%. Quanto aos animais do grupo AA + pilocarpina, a região do hipocampo apresentou uma redução de 43% na extensão da lesão no hippocampo. Nosso resultados sugerem que as convulsões produzem disfunção cognitiva e dano neuronal que podem estar relacionados, pelo menos em parte, aos problemas neurológicos apresentados pelos pacientes epilépticos. O ácido ascórbico pode reverter essa disfunção cognitiva observado em ratos convulsivos, bem como reduz o desenvolvimento da lesão neuronal no hipocampo de ratos

    Photography-based taxonomy is inadequate, unnecessary, and potentially harmful for biological sciences

    Get PDF
    The question whether taxonomic descriptions naming new animal species without type specimen(s) deposited in collections should be accepted for publication by scientific journals and allowed by the Code has already been discussed in Zootaxa (Dubois & Nemésio 2007; Donegan 2008, 2009; Nemésio 2009a–b; Dubois 2009; Gentile & Snell 2009; Minelli 2009; Cianferoni & Bartolozzi 2016; Amorim et al. 2016). This question was again raised in a letter supported by 35 signatories published in the journal Nature (Pape et al. 2016) on 15 September 2016. On 25 September 2016, the following rebuttal (strictly limited to 300 words as per the editorial rules of Nature) was submitted to Nature, which on 18 October 2016 refused to publish it. As we think this problem is a very important one for zoological taxonomy, this text is published here exactly as submitted to Nature, followed by the list of the 493 taxonomists and collection-based researchers who signed it in the short time span from 20 September to 6 October 2016

    Antagonismo de isolados de Trichoderma spp. contra fungos fitopatogênicos habitantes do solo.

    Get PDF
    Para reduzir os prejuízos na produção de hortaliças causados por patógenos habitantes do solo, uma das alternativas é o controle biológico. Este trabalho teve como objetivo avaliar o antagonismo in vitro de seis isolados amazônicos de Trichoderma spp. provenientes da Coleção de Microorganismos de Interesse Agrossilvilcultural - INPA que foram avaliados em experimentos anteriores como controladores da queima-da-saia em alface (Rhizoctonia solani) e de podridãode-Sclerotium (Sclerotium rolfsii) em pimentão e tomate

    Antagonismo de isolados de Trichoderma contra fungos fitopatogênicos habitantes do solo.

    Get PDF
    Para o diminuir os prejuízos na produção de hortaliças causados por patógenos habitantes do solo, uma das alternativas é o controle biológico. Este trabalho teve como objetivo avaliar o antagonismo in vitro de seis isolados amazônicos de Trichoderma spp. provenientes da coleção do INPA que foram avaliados em experimentos anteriores como controladores da queima-da-saia em alface (Rhizoctonia solani) e de podridão-de-Sclerotium (Sclerotium rolfsii) em pimentão e tomate

    Seleção de isolados de Trichoderma spp. para controle biológico de Sclerotium rolfsii em tomateiros.

    Get PDF
    Doenças causadas por patógenos habitantes do solo são de difícil controle e causam sérios prejuízos na produção de espécies olerícolas no Amazonas. A pesquisa avaliou seis isolados amazônicos de Trichoderma spp. que mostraram potencial em experimentos anteriores no controle de podridão-de-Sclerotium (Sclerotium rolfsii) em tomateiro (Solanum lycopersicum). O experimento em campo (Estação Experimental Alejo von der Pahlen, do Inpa) serviu para avaliar o efeito dos isolados de Trichoderma spp. na redução da severidade e da incidência da doença e relacionar na produção de tomates. Os seis isolados testados foram identificados molecularmente ao nível de espécie. A possibilidade de utilização de isolados de Trichoderma spp. para o controle de doenças importantes na produção de hortaliças no estado permitirá um melhor e mais seguro manejo das doenças, ampliando a possibilidade aumento de renda dos agricultores
    corecore